P.I.S.T.A. #12

(Des) Aprendizagem sustentada

Olá caro leitor e cara leitora do outro lado da telinha! Hoje tem Prosa Inventiva (pra) Sortá (os) Trem Acumulado. Viaje nesta pista comigo!

A grande arte de ser feliz é aprender a desaprender. Rubem Alves quem me disse.

É esvaziar o balde para poder reciclar as coisas.

Balde cheio não (re) aprende nada.

Já dizia o Sócrates, aquele grego que gostava de brincar com as ideias.

“Só sei que nada sei.”

Sócrates, um perito do cotidiano. Aquele que “fez com que a filosofia descesse dos céus para a terra”, de acordo com o romano Cícero (que viveu em outra época). O que é a filosofia senão um grande encontro na praça para conversar sobre ideias.

E nestas conversas de praça vieram Platão e Aristóteles. E o Cícero.

Começa com um “olá, tudo bem? Como tem passado?”

E se prolonga por nuances complexas com temas sobre a arquitetura do universo interior e, por consequência, exterior.

Isso tudo porque temos a dialética. Competência humana que anda meio perdida. Padre Fábio de Melo quem me disse. Outro perito do cotidiano. Aquele que é o Guardião das palavras reconfortantes, de acordo comigo mesmo.

Sei lá, acho que Rubem Alves, Aristóteles e Fábio de Melo são caras que surgem para iluminar mentes e expandir a consciência coletiva. A mente iluminada tem mais probabilidade de encontrar o caminho de volta à essência. É o que estou acreditando.

E tudo passa em não ter medo de ser metamorfose ambulante. Se já tem opinião formada sobre tudo, não irá esvaziar o balde. Não haverá dialética. Quem me disse foi Raul Santos Seixas. Outro maluco beleza!

Publicado por Luís Fernando

Desde criança tive gosto por escrever e desenhar. Quando descobri Luís Fernando Veríssimo na minha adolescência, carinhosamente chamado por mim de Xará Veríssimo (mas isso ele não sabe, ou talvez já saiba!), formou-se o tripé atômico Leitura-Escrita-Desenho. Nas andanças da vida, meu caminho se desviou um pouco dessa área, graduei-me em Farmácia. Com muita ajuda de terapia e autoconhecimento, (re)descobri ser essa a minha paixão e meu chamado. Atacar de escritor, pelo menos por aqui. Na hora de escrever, eu misturo as minhas observações de mundo com os estudos sobre filosofia, livros que li dos diversos autores que me inspiram, animes e filmes que assisti, bato tudo no liquidificador e compartilho. É bem legal! A minha intenção é que o produto do meu trabalho possa tocar a alma de outra pessoa, assim como toca a minha. Espero que você se divirta ao ler as minhas histórias como eu me diverti ao escrevê-las.

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