(In)Certezas

P.I.S.T.A. #26 Humberto Gessinger, filósofo contemporâneo que sublima as suas ideias na forma de música, escreveu em uma de suas obras: “Eu posso estar completamente enganadoEu posso estar correndo pro lado erradoMas a dúvida é o preço da purezaE é inútil ter certeza”. Converso com Gessinger na minha dimensão imaginativa, tomando um chimarrão (já experimenteiContinuar lendo “(In)Certezas”

REVOLUÇÃO II

P.I.S.T.A. #25 Hoje eu completo mais uma revolução solar. É a trigésima sexta vez que eu testemunho o Sol passar naquela mesma posição, em algum lugar do Universo, pela Constelação de Gêmeos. Evento grandioso? Nem um pouco, nada de especial, o Sol não se importa. Apenas mais uma vida desafiando as Leis Entrópicas do Universo.Continuar lendo “REVOLUÇÃO II”

ENTARDECERES…

O BARBEIRO DE PLANTAS #32 O tempo colore sutilmente as paisagens, (des)colore as passagens. A vida é uma profusão de alvoradas e entardeceres. “De tarde um homem tem esperanças.” Versou Manoel, o mestre dos (des)afazeres. Vem a penumbra e a esperança de nova alvorada. O coração do homem é um eterno rolar de rocha morroContinuar lendo “ENTARDECERES…”

OLHE PARA CIMA (de vez em quando)

P.I.S.T.A. #24 No fundo, lá no fundo, eu tenho uma ideia de que as coisas que passamos servem para nos ajudar a SER mais humano. Viemos para cá para isso, não é mesmo? Não foi para ser quartzo rosa, uma samambaia, uma flor de laranjeira ou um cachorro (que por vezes acho que são melhoresContinuar lendo “OLHE PARA CIMA (de vez em quando)”

SOBRE O LIVRO UTOPIA PARA REALISTAS

P.I.S.T.A. #23 Deixarei alguns trechos do livro do historiador holandês Rutger Bregman que escreveu sobre um novo olhar para o desenvolvimento de políticas sociais e, por consequência, humanas. Penso que somos seres políticos, naturalmente divergentes, mas com capacidade de debater ideias. Um preâmbulo sobre a obra. Rutger defende que o sistema capitalista é o motorContinuar lendo “SOBRE O LIVRO UTOPIA PARA REALISTAS”

A ESPOSA APARECIDA

As aventuras do detetive Ted Rocky #10 Dia chuvoso. A barriga roncou tanto que assustou Pink, o ratinho cinzento que de vez em quando aparece e me faz companhia. Ele deve ter pensado que havia comida. Já o surpreendi outro dia levando alguns dos meus cream-crackers. Eu o perdoei, sou assim, não guardo rancor. Aliás,Continuar lendo “A ESPOSA APARECIDA”