ECOS DE OURO PRETO

O Barbeiro de Plantas #39 Na cidade histórica. Histórias da cidade contam que as escadas falam. Basta subir em Casa de Gonzaga, em Museu da Escola de Farmácia. Ouvir um silêncio: gemem as escadas. Declamam poesias de outrora e de agora. Entoam cantos de liberdade e de diversidade. Itacolomy, do tupi Pedra menino. Levante! FilhoContinuar lendo “ECOS DE OURO PRETO”

OLHE PARA CIMA (de vez em quando)

P.I.S.T.A. #24 No fundo, lá no fundo, eu tenho uma ideia de que as coisas que passamos servem para nos ajudar a SER mais humano. Viemos para cá para isso, não é mesmo? Não foi para ser quartzo rosa, uma samambaia, uma flor de laranjeira ou um cachorro (que por vezes acho que são melhoresContinuar lendo “OLHE PARA CIMA (de vez em quando)”