Apelo abstrato de prisioneiro em liberdade ilusória

O Barbeiro de Plantas #46 Gaiola da menteCom grades de açoNada escapoleNão dou um passoExcesso de memória (condicionada?)Sufoca a liberdade (esta negada).A Massa está pronta,Sovada, homogênea, assada.Na boca, desmancha a individualidade.Sinais da atualidade (distópica?)Desaprendi crençasDesaprendi templosNatureza é casaImortal visível.Na diversidade mora a imortalidade.No passo distante Pensamento erranteLivre Respiro, suspiro, alívio.

Análise terapêutica da criatividade constipada, segundo a (minha) poesia (des)moderna

O Barbeiro de Plantas #41 Sofre de loucura por não expressar a criatividade.Sofre de arrepios de mente por causa das prisões de cérebro. Fica constipado de ideias.Sofre de doidice por não dar vazão às falantes ideias,que cutucam a cachola como um pica-pau procurando cupins no madeiro.Ela quer sair pra se expressar.Guardada deixa o portador louco,Continuar lendo “Análise terapêutica da criatividade constipada, segundo a (minha) poesia (des)moderna”