Apelo abstrato de prisioneiro em liberdade ilusória

O Barbeiro de Plantas #46 Gaiola da menteCom grades de açoNada escapoleNão dou um passoExcesso de memória (condicionada?)Sufoca a liberdade (esta negada).A Massa está pronta,Sovada, homogênea, assada.Na boca, desmancha a individualidade.Sinais da atualidade (distópica?)Desaprendi crençasDesaprendi templosNatureza é casaImortal visível.Na diversidade mora a imortalidade.No passo distante Pensamento erranteLivre Respiro, suspiro, alívio.

Análise terapêutica da criatividade constipada, segundo a (minha) poesia (des)moderna

O Barbeiro de Plantas #41 Sofre de loucura por não expressar a criatividade.Sofre de arrepios de mente por causa das prisões de cérebro. Fica constipado de ideias.Sofre de doidice por não dar vazão às falantes ideias,que cutucam a cachola como um pica-pau procurando cupins no madeiro.Ela quer sair pra se expressar.Guardada deixa o portador louco,Continuar lendo “Análise terapêutica da criatividade constipada, segundo a (minha) poesia (des)moderna”

Temporada de amarelo

O Barbeiro de Plantas #38 O amarelo berra,colore paisagem monótona.Flores captam o Sole douram a cidade,feito criança em tenra idade.Vou fazer uma faixapara dependurar no poste do centro.Homenagem aos trabalhadores, dipsersadores e polinizadores:Borboletas, abelhas e beija-flores.Parabéns pelo belo trabalho!Ipês brotam para todo lado.

P.I.S.T.A. #19

Fonte da imagem: https://cpaq.ufms.br/projeto-de-extensao-sobre-poesia-e-infancia-com-manoel-de-barros-convida-para-abertura-de-suas-acoes/ (AR)RISCO POEMAS Nesta prosa vou falar de poemas. Poema é um estilo de escrita fascinante. O caro leitor e a cara leitora devem ter estudado nas aulas de Literatura tantos autores e tantas formas de escrever um poema, seguindo determinada escola e determinada métrica e rimas, etc. Não me apego aContinuar lendo “P.I.S.T.A. #19”