Temporada de amarelo

O Barbeiro de Plantas #38 O amarelo berra,colore paisagem monótona.Flores captam o Sole douram a cidade,feito criança em tenra idade.Vou fazer uma faixapara dependurar no poste do centro.Homenagem aos trabalhadores, dipsersadores e polinizadores:Borboletas, abelhas e beija-flores.Parabéns pelo belo trabalho!Ipês brotam para todo lado.

P.I.S.T.A. #19

Fonte da imagem: https://cpaq.ufms.br/projeto-de-extensao-sobre-poesia-e-infancia-com-manoel-de-barros-convida-para-abertura-de-suas-acoes/ (AR)RISCO POEMAS Nesta prosa vou falar de poemas. Poema é um estilo de escrita fascinante. O caro leitor e a cara leitora devem ter estudado nas aulas de Literatura tantos autores e tantas formas de escrever um poema, seguindo determinada escola e determinada métrica e rimas, etc. Não me apego aContinuar lendo “P.I.S.T.A. #19”

Poeminhas ligeiros – “O BARBEIRO DE PLANTAS” #20

CORRE CINTILANTE Ilumina e integra. Ilumine dentro. Integre dentro. Com a luz transbordando… Ilumine fora. Integre fora. Sal da terra. Luz do mundo. Mundo interior. Inspira. Mundo exterior. Expira.

Poeminhas ligeiros – “O BARBEIRO DE PLANTAS” #19

Versos à luta histórica das Mulheres Um viva ao sagrado feminino.Um viva à energia de criaçãoDe fecundidade.Um viva ao feminino que arquiteta,Que zela,Que resiste,Que está presente.Um viva à quem transborda o sutil.Um viva às mulheres.Um viva especial àquela que me deu a vida.Outro viva especial àquela que me completa.Há dias que são todos os dias.EContinuar lendo “Poeminhas ligeiros – “O BARBEIRO DE PLANTAS” #19″

Poeminhas ligeiros – “O BARBEIRO DE PLANTAS” #18

SATCITANANDA, EU SOU A PAZ Satcitananda. Eu sou a paz. Eu sou a resposta para todas as minhas perguntas. Satcitananda. Eu sou a alegria. A consciência do Eterno mora em mim. Eu sou a arte da vida. Matéria das estrelas. Satcitananda. Eu sou a luz que irradia amor. O néctar que move todas as coisas.Continuar lendo “Poeminhas ligeiros – “O BARBEIRO DE PLANTAS” #18″

Poeminhas ligeiros – “O BARBEIRO DE PLANTAS” #17

SANKALPA, INTENÇÃO Sankalpa. As minhas intenções tem um grande poder. O poder de organização. No meio do caos. Nas infinitas possibilidades. Quanto de energia Para reduzir a entropia? Organizar pensamentos? Gerar a vida. Dar sentido a utopia. Quanto de energia Para dar a uma intenção? Para tirar do caos a possibilidade? E dar luz aContinuar lendo “Poeminhas ligeiros – “O BARBEIRO DE PLANTAS” #17″