Análise terapêutica da criatividade constipada, segundo a (minha) poesia (des)moderna

O Barbeiro de Plantas #41 Sofre de loucura por não expressar a criatividade.Sofre de arrepios de mente por causa das prisões de cérebro. Fica constipado de ideias.Sofre de doidice por não dar vazão às falantes ideias,que cutucam a cachola como um pica-pau procurando cupins no madeiro.Ela quer sair pra se expressar.Guardada deixa o portador louco,Continuar lendo “Análise terapêutica da criatividade constipada, segundo a (minha) poesia (des)moderna”

SEGUNDO DOMINGO DE AGOSTO

O Barbeiro de Plantas #37 O pai saía de casa cedopara comprar o nosso tempo. Tempo de criança é caro(a arte de ser pai é algo raro). E mesmo depois de velhoeu ainda guardoa voz austera do pintor a ensinaro pequeno aprendiz: “Envermelha uma vez para não amarelar a vida inteira”,ele diz. Pintor de caráter,Continuar lendo “SEGUNDO DOMINGO DE AGOSTO”

Poeminhas ligeiros – “O BARBEIRO DE PLANTAS” #20

CORRE CINTILANTE Ilumina e integra. Ilumine dentro. Integre dentro. Com a luz transbordando… Ilumine fora. Integre fora. Sal da terra. Luz do mundo. Mundo interior. Inspira. Mundo exterior. Expira.

Poeminhas ligeiros – “O BARBEIRO DE PLANTAS” #17

SANKALPA, INTENÇÃO Sankalpa. As minhas intenções tem um grande poder. O poder de organização. No meio do caos. Nas infinitas possibilidades. Quanto de energia Para reduzir a entropia? Organizar pensamentos? Gerar a vida. Dar sentido a utopia. Quanto de energia Para dar a uma intenção? Para tirar do caos a possibilidade? E dar luz aContinuar lendo “Poeminhas ligeiros – “O BARBEIRO DE PLANTAS” #17″